Não me diga o que eu tenho que fazer, não me fale o que está claro aos meus ouvidos, e invisível aos meus olhos.
Não quero escutar de novo mais aquela canção que me lembra que tudo está errado, mas que é o errado e o imperfeito que me encanta.
Não quero saber que tudo está andando a passos lentos, mas que não quero que se acelere.
Não sonho com as coisas normais do cotidiano, mas ao mesmo tempo amo as coisas simples.
Não me diga que já tinha me dito, eu sou assim gosto de quebrar a cara e passar por aquilo.
Não me escute quando eu tiver berrando, saia e me deixe sozinha, saberei ficar quieta.
Quero correr até não ter mais força.
Quero gritar até acabar o ar
Quero poder fazer e acontecer.
Quero sangrar e chorar ao meu limite.
Quero poder me permitir a cortar para voltar sempre inteira
Só quero.
Só quero.
Viver intensamente...
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