segunda-feira, 24 de maio de 2010

Eu os declaro...supostamente felizes para sempre...

Anabela, uma menina meiga e quieta, sempre ficava em seu canto, com suas amigas, a espevitada Francine e a diferente Susi, não se desgrudavam, sempre prometiam fidelidade uma a outra, sempre estavam juntas não importava o que acontecesse, Susi curtia mais a vida, não ligava muito para a opinião alheia, Francine sempre rindo e cantando, e Anabela sempre meiga, Susi nunca acreditou em príncipe encantado, Francine meio termo, mas Anabela não, sempre pensava que existia um homem alto, bonito que apareceria de cavalo branco e a pegaria, e seriam felizes para sempre...
Mas mesmo cada uma sendo diferente da outra, sempre estavam juntas, saiam juntas, mentiam juntas, riam juntas, choravam juntas, e sempre prometiam fidelidade uma à outra.
Até que o que pensávamos que não aconteceria... aconteceu...Apareceu supostamente o príncipe encantado de Ana, que por ser bela, formaram um belo casal, para se olhar...até que Bela, começou a mudar, seu jeito, sua meiguice foi acabando e se tornando áspera, seus valores foram mudando, sua rotina foi mudando, até que mudou completamente seus hábitos, seu suposto príncipe foi se tornando sua prioridade absoluta, até que o que era e seria o mais válido em sua vida, passou despercebido, como se fosse uma coisa banal...mas agora o que se pode ser feito...nada! Cada um segue seu caminho como quer como deseja, mas no final de tudo... as coisas sempre se resolvem, e cabe a Ana descobrir se realmente valia a pena trocar amizades verdadeiras, por um príncipe encantado, onde todo mundo sabe, que conto de fadas não existe, e nem felizes para sempre...mas cada um tem sua escolha, o que não pode é ser descoberto tarde demais...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Acabou a expectativa...


Enfim... assisti Alice no País das Maravilhas (depois de tanta tentativa fracassada), mas...como não poderia ser diferente meu dia antes do filme foi péssimooooo, acho que voltei com o minha mania (que já tinha perdido) de criar muita expectativa, e quem cria muita expectativa, perde assim que algo dá errado...falei para mim mesma, deste final de semana não passa, vou ir no cinema, ponto, acabou.
Sábado, muito frio, não importa vou assistir este filme, corro, faço tudo e vou me arrumar, começa a cair um pé d’água bem na hora que estou com o pé na rua (não vou voltar) saiu molhando minha linda e nova meia arrastão, com flores lilás...mas vamos seguir caminho. Paro na frente de uma igreja semi acabada, para esperar meu namorado, penso ele deve ter me esperado muito tempo, vou para o ponto, lá vem ele atrás de mim, todo ensopado “quis matar”, mas poderia ser presa e não assistiria ao filme, fomos brigando até chegar ao cinema, antes de entrar vou por um caminho, só para não ir até a faixa de pedestre, um caminho onde enfio meu pé em uma poça de água, e molho todo o meu pé... argggggggg
Chego à fila para comprar o ingresso, faltavam 6 minutos, para começar o filme... corro compro o ingresso, uma fila enorme, para entrar, mas claro, tem a pipoca, outra fila para comprar a dita cuja. Com manteiga?_Sim muita manteiga_eu.
Corremos tentamos encontrar um lugar quando olho para a tela o filme já havia começado “Droga cadê os trailers, sempre tem trailers, mas quando você quer ganhar tempo até isso eles tiram”.
Enfio minha mão no saco de pipoca, minha mão vem pingando óleo, tudo bem que eu queria manteiga, mas não tudo que tinha no cinema...
O filme: Muito bom, adoro Johnny Depp, personagem incrível, Tim Burton, um gênio, e também muito simpática à atriz que faz o papel de Alice (sabiam que este personagem quem era para fazer era Frances Cobain?)... voltando, 3D uma tecnologia maravilhosa... mas eu assisti com tanta revolta, que o filme não criou toda a expectativa que eu imaginava, mesmo sendo maravilhoso.
Chego em casa, minha mãe:
__Não quis assistir o filme?!
__Eu assisti...
__Com esta cara? Parece que nem assistiu...
Pois é... acabou minha expectativa...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

♪Difícil crescer, quero de volta a minha Maria-Chiquinha♥

Ai... acabei de escutar uma música que amo, sabe quando você escuta aquela música que você arrepia os cabelos do braço, e passa um filme na sua cabeça. De fatos e lembranças... pois é era essa: ♪♪Miss you love do Silverchair♪♪.
É quando você se da conta, que o tempo está passando e que sua vida não é mais aquela que você reclamava, mas que sente uma enorme falta dela agora? De quando não tinha obrigações sérias, e que tudo podia esperar, que se achava a adolescente mais feia e espinhosa da face da terra, e como hoje em dia, se aceita com mais facilidade.
Que quando acordava só pensava naquela prova de matemática que ia cair o valor de delta e a fórmula de báscara? Pois é, tudo muda agora você acorda atrasada e corre para o ponto de ônibus, na esperança que ele venha vazio, mas não, ele vem cheio, ai sabe aquela pergunta que sempre te fazem:
_O que você vai ser quando crescer? _isto perturba as horas de sono, o que vou fazer? Faço o que gosto ou o que dá dinheiro?
Nossaaaaaaa como é difícil crescer! Não vou nem começar a falar de assuntos amorosos se não, não termina hoje... Mas... e quando sonhamos com aquele menino lindo da 4º série....desenhamos ele, fazemos poesias e quando ele fala conosco....ganhamos nosso dia...e depois você descobre que ele foi pai aos quatorze anos e que usa todo tipo de droga e que está mais acabado do que os mendigos da Sé. E que hoje em dia-a-dia a vida fica tão corrida que essas coisas passam tão “batidas”, que o homem mais lindo e maravilhoso vai falar com você e você nem se abala (às vezes).
Hoje é o dia das músicas que me fazem lembrar... agora♪♪ Violet-Hole♪♪ pra fechar este post...
Mas é a vida... Aprender, crescer, chorar, sangrar, berrar... isto que é viver...e não me acorde deste pesadelo, quem sabe um dia ele vira um sonho bom....
“Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela. Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado, o tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos”.