terça-feira, 31 de agosto de 2010

Atitudes valem mais que mil palavras...


Não quero palavras declamadas, alteradas e gritadas, não acho que isso é a forma de amor, quero atitudes impensadas, noites acordadas, tudo que diferente pra você soou.
Nunca fui de ser fã das lindas palavras, quando para mim, qualquer um pode dizer tal coisa, palavras bonitas, nunca fui destas que acreditavam em meu bem maior.
Sou fã do choro, do riso, das noites passadas juntos, dos lugares a descobrir, dos momentos para ser vivido, do por do sol, do amanhecer, quero isso, quero sentir a chuva, não quero que me diga que isso é amor, amor é mais que isso, é toque, é vida é alegria.
Palavras podem ser levadas pelo vento, esquecidas com o tempo, batizadas pelo momento, mas não traduzidas com o fervor das lembranças.
Vale muito mais você ter o que contar o que viveu o que sentiu, do que palavras que você “talvez” não lembre mais.
Palavras são temporárias, atitudes são reais. Atitude é sim a forma verdadeira de amor, de qualquer tipo de amor. Entre, aja, faça e saia sem bater...


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Contradições e simulações

Não me diga o que eu tenho que fazer, não me fale o que está claro aos meus ouvidos, e invisível aos meus olhos.
Não quero escutar de novo mais aquela canção que me lembra que tudo está errado, mas que é o errado e o imperfeito que me encanta.
Não quero saber que tudo está andando a passos lentos, mas que não quero que se acelere.
Não sonho com as coisas normais do cotidiano, mas ao mesmo tempo amo as coisas simples.
Não me diga que já tinha me dito, eu sou assim gosto de quebrar a cara e passar por aquilo.
Não me escute quando eu tiver berrando, saia e me deixe sozinha, saberei ficar quieta.

Quero correr até não ter mais força.
Quero gritar até acabar o ar
Quero poder fazer e acontecer.
Quero sangrar e chorar ao meu limite.
Quero poder me permitir a cortar para voltar sempre inteira
Só quero.
Só quero.
Viver intensamente...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ter, fazer ou Pensar? Eis a questão!

Às vezes me pego inculcada com umas coisas, me pergunto se eu sou anormal a certas coisas, ou se o mundo que está muito fácil para certas pessoas. Como pode em pouco tempo de namoro (04 meses) ou em um namorico de pessoas jovens, onde não tem meio de se sustentar, um casal de apenas 19 e 17 anos, ficarem contentes em trazer uma criança para o mundo sem a menor estrutura? Penso que eu devo ser sem nenhum sentimento, ou eles loucos demais ou sem o menor juízo.
Ontem na minha casa tivemos até um debate sobre isso, não sei se é muito o meu ponto de vista, mas... a mulher sempre correu atrás de igualdade, de respeito perante as coisas, de se multiplicar em várias, e acabou não conquistando nada, e destruindo o que era de mais precioso: a família, cuidar dos filhos, cuidar da casa, e viver feliz (não é minha opinião), não penso que a vida seja somente cuidar dos filhos, apesar de muitas pessoas pensarem que esses são os devidos valores, mas não creio que a mulher quis conquistar as coisas e acabou acabando com o que era de mais precioso, foi feita uma pesquisa que a maioria das mulheres se arrependeram em ter deixado o emprego e sua carreira em nome da família e dos seus filhos. Não que eu não tenha sentimentos, mas a vida é muito grande e cheia de oportunidades para as mulheres, então por que reclamar de tudo que alcançamos, saudades exatamente de quê? De não ter voz? De não ter autoridade? De não ter opinião? Desculpa mas não sinto saudade disso.
Porque as pessoas não colocam um pouco a mão na consciência e pensem antes de ter um filho, desculpa, mas amor não enche a barriga de nenhuma criança que eu saiba, não sou contra a gravidez, muito pelo contrário, mas, por favor, tenha estrutura de trazer um bebê ao mundo, trabalhe conquiste suas coisas, o mundo já está cheio de crianças nas ruas, justamente por pais que não pensaram não se preveniram e não questionaram o que eu estou escrevendo aqui.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O despertar...


“Ela acordava todos os dias as 04h00am, levantava ponte pé, abria a geladeira e pegava o leite, acreditava que era seu lugar, seu mundo, voltava e repousava por mais horas, acordava abria as janelas e via o sol lindo que nascia empolgado, colocava suas velhas sapatilhas e ia brincar na rua, passava o dia achando que a vida era uma festa, suas bonecas sempre bem apelidadas e bem penteadas, o sol ia embora e ela também, dias e dias assim, nada era ruim, nada era demais, tudo era perfeito, tudo era do seu jeito, todas as pessoas eram felizes, tudo cabia em seu mundo.
Passam tempo, passam horas, ocorrem mudanças o sol passa a não ter mais tanta graça, o leite perde o gosto e vira café, as bonecas não mais penteadas e todas descabeladas e sem nome... ai ela se pergunta: _O que aconteceu? Para onde foi tudo aquilo?
Passam anos e a única resposta, a vida mudou, e a criança se foi, e o adulto chegou...”.