Ela era uma vida intensa, sinônimo de ar pulsando nos pulmões, sangue correndo na veia, lágrimas saindo dos olhos, arrepio na pele, frio na espinha, cabelo ao vento, destemida, os sorrisos eram abertos naturalmente, era de uma espontaneidade estonteante, as palavras fluíam, os acontecimentos eram naturais, hoje a ela só restaram os pontos de exclamação...Hoje pouco sobrou daquela vida toda, páginas viradas, porém visitadas, hoje ela é algo que sobrou daquilo tudo... Sem classificação necessária... Sem pontos de exclamação...
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Se acostumar com a dor da perda
É difícil explicar o que acontece, às vezes é melhor fingir
que não existe e se acostumar com a dor da perda, por mais dura que seja, finja
que não aconteceu e que não tem mais volta, pois assim é razoavelmente fácil
desistir dos planos e sonhos.
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